A disputa pela presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia entrou de vez no radar dos profissionais da engenharia, agronomia e geociências da Bahia. O crescimento da candidatura de Márcio Dias tem movimentado os bastidores da eleição e criado um cenário de forte polarização dentro da classe.
Com um discurso voltado para mudança, modernização e valorização profissional, Márcio vem conquistando apoio de engenheiros, tecnólogos, agrônomos e profissionais das geociências em diversas regiões do estado. O movimento ganhou ainda mais força nas redes sociais, grupos profissionais e encontros presenciais, consolidando a percepção de que a eleição deste ano deixou de ser apenas uma disputa administrativa e passou a representar um debate direto sobre os rumos do sistema.
Entre as principais pautas defendidas pela campanha estão:
- modernização tecnológica do conselho;
- implantação do SIGCREA;
- desburocratização de serviços;
- fortalecimento da fiscalização inteligente;
- aproximação do CREA com os profissionais da base;
- valorização efetiva da engenharia baiana.
Nos bastidores, profissionais avaliam que o crescimento da candidatura provocou uma mudança no cenário eleitoral. O que antes era tratado como uma eleição de pouca mobilização, hoje desperta participação ativa da categoria, ampliando o debate sobre gestão, representatividade e protagonismo institucional.
Outro fator que chama atenção é o engajamento espontâneo de apoiadores nas redes sociais. Vídeos, manifestações e campanhas digitais passaram a circular com intensidade, trazendo frases como “A Engenharia Acordou” e “Agora é mudar de verdade”, slogans que se tornaram símbolos do sentimento de renovação defendido por parte da categoria.
Analistas do setor observam que a campanha também passou a ocupar espaço no debate político-profissional da Bahia, especialmente após sucessivas representações eleitorais e discussões envolvendo liberdade de posicionamento durante o período de campanha. Para apoiadores de Márcio Dias, os episódios acabaram fortalecendo ainda mais a narrativa de mudança e mobilização da classe.
A expectativa agora gira em torno dos próximos movimentos da campanha e do impacto da crescente polarização entre os grupos que disputam o comando do conselho. Enquanto isso, uma coisa parece consenso entre muitos profissionais: a eleição do CREA-BA em 2026 já entrou para uma das mais debatidas e participativas dos últimos anos.
