A Polícia Federal já identificou que um dos caminhos do dinheiro investigado no caso do Banco Master passa por uma empresa registrada atualmente em nome da mulher de um secretário de Estado que tem ligação familiar com um cacique do PT. A informação foi revelada pela coluna da jornalista Andreza Matais, publicada no portal Metrópoles.
Segundo a colunista, as investigações avançam para esclarecer as conexões do empresário Augusto Lima, ex-CEO do Banco Master, com políticos.
Relatos reunidos pelas apurações apontam que Lima operava um esquema de pagamento de propina. O dinheiro, de acordo com esses relatos, seria distribuído em malas dentro da própria sede do banco, em São Paulo, ou direcionado para empresas que teriam políticos como sócios ocultos.
Ainda conforme a coluna, a Polícia Federal já tem elementos indicando que um dos caminhos do dinheiro investigado passa por uma empresa registrada em nome da esposa de um secretário estadual que mantém vínculos familiares com uma liderança importante do PT.
Baiano, Augusto Lima teria construído sua trajetória empresarial a partir de conexões com políticos da Bahia, o que agora também entrou no radar das investigações conduzidas pela Polícia Federal.
