O presidente da CBF, Samir Xaud, foi alvo de um mandado de busca e apreensão da Operação Caixa Preta da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. Em nota, a confederação afirmou que o cartola “não é o centro das apurações” e que nada foi levado pelos policiais.
O dirigente é parte de uma investigação por suspeita de crimes eleitorais em Roraima. Segundo a PF, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão no estado e no Rio de Janeiro, além do bloqueio de R$ 10 milhões nas contas dos investigados.
De acordo com pessoas próximas a Samir Xaud, os policiais estiveram por cerca de 30 minutos na sede da CBF e não apreenderam nada.
O principal alvo da operação seria a deputada federal Helena Lima (MDB-RR), de quem Xaud é suplente. Suspeita-se de compra de votos.
